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Secções do Programa

 

SECÇÃO I – Informar/inspirar

Introdução sobre o Movimento de Transição – Filipa Pimentel

A missão da Transição, como rede ou iniciativa é agir como catalizadora, com o objectivo de criar comunidades locais mais resilientes e com uma cultura humana saudável.

A acção das Iniciativas de Transição (IT) faz-se a diversos níveis sendo que, em cada local, as necessidades e as soluções são diferentes. Por isso, diferentes pessoas e diferentes Iniciativas de Transição complementam-se em acções e resultados diversificados e abrangentes, todos no mesmo sentido.

Nesta secção I deste seminário, 3 Iniciativas de Transição diferentes vão falar do seu grupo e do seu trabalho na comunidade local:
 

Monteveglio Città di Transizione, Italia – Cristiano Bottone
Não mais, ainda não – medo e oportunidade em tempos de Transição

Como podemos aprender a liderar com a mudança grande que estamos a enfrentar ao nível pessoal, ao nível colectivo numa comunidade e ao nível político, administrativo e institucional? Com exemplos concretos de várias iniciativas Iialianas para mostrar quais os elementos que fazem uma diferença substancial nas camadas diferentes das nossas estruturas sociais e organizacionais.

Não há um FIM nesta história, mas está cheia de exemplos interessantes que poderão inspirar acção no contexto pessoal de cada ouvinte.
 

Aveiro em Transição – Andreia Ruela e Coimbra em Transição – Sara Rocha
Acção cidadã: pessoas comuns com desejos de mundo envolvidas na construção da comunidade local

Como poderão cidadãos e entidades de poder local colaborar, e complementarem-se, de forma a construírem lugares prósperos, vibrantes, plurais e resilientes? Como materializar e apoiar os sonhos que povoam cada um de nós em acções concretas e transformativas?

A partir das experiências locais de Aveiro e Coimbra, é apresentada uma reflexão sobre os principais desafios que estas pessoas encontram na sua jornada de participação, bem como propostas de colaboração entre iniciativas cidadãs, entidades locais e outras organizações.
 

SECÇÃO II – Sonhar/planear

Seguindo o exemplo do que se tem feito em muitas iniciativas e projectos locais, os participantes deste seminário são convidados a participar numa dinâmica em Espaço Aberto (trad. Open Space Technology), com o desafio de imaginar um futuro mais resiliente para o Porto e lançar discussões sobre como iniciar esse processo, a nível individual, de grupo e de comunidade local.

A tecnologia de Espaço Aberto é uma técnica de “não-conferencia”, como nós costumamos chamar no movimento de Transição. Esta técnica permite que grupos (pequenos, grandes ou enormes) se auto-organizem para discutir vários assuntos de forma simultânea, que os próprios participantes escolhem e gerem com muita liberdade. O controlo dos assuntos e grupos é mínimo e o papel dos facilitadores é o de ajudar a que o grupo de participantes co-desenhe a própria dinâmica. Esta técnica permite que os grupos se formem por interesse e que as pessoas possam dividir o seu tempo em varios grupos, já que todos somos livres de passar de um grupo para o outro. Esta dinamica pode fazer-se num só grande espaço ou em espaços contíguos. AQUI pode encontrar mais informação.

Esta dinâmica será facilitada por David Avelar e Patrícia Paixão
 

SECÇÃO III – Caixa de ferramentas/recapacitar

Um dos grandes objectivos da rede de Iniciativas de Transição é a de “experimentar” e de criar as condições para que as experiências, conhecimentos, técnicas desenvolvidas e capacidades sejam partilhadas com qualquer pessoa ou grupo que trabalhe para tornar a sua comunidade mais resiliente.

Esta secção foi pensada de forma a criar um espaço em que Iniciativas de Transição de todo o país venham partilhar aquilo que já foi desenvolvido nos seus grupos (técnicas de transição, experiências, conhecimentos, reflexões, etc) com os participantes do seminário, com um interesse particular de capacitação para o trabalho local para a resiliência das comunidades.

Esta secção será dividida em duas partes em que várias oficinas funcionarão simultaneamente. Os participantes são convidados a inscrever-se nas oficinas a que pretendem participar, se possível antes do seminário (algumas oficinas têm um número limite de participação). A lista de oficinas estará disponível durante o seminário e os participantes poderão inscrever-se a qualquer momento desde que haja lugares disponíveis.

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